Uma revista impressa que mapeia o presente das artes visuais no Brasil. O que está em cartaz, o circuito em movimento, os nomes que emergem, os debates que atravessam o campo agora. É um retrato do momento, curado e bem produzido.
O excesso de estímulos digitais vem renovando o interesse por experiências mais táteis, concentradas e duradouras. A Revista Act parte desse movimento para criar uma publicação impressa com ritmo próprio, capaz de ampliar a atenção, aprofundar conteúdos e permanecer como objeto de consulta e coleção. Mais do que transportar informação para o papel, propõe outra relação com a leitura: menos imediata, mais sensível e mais permanente.
Padrão gráfico de livro de arte. O valor está em ser físico, curado e durável.
Um comitê de notáveis legitima o recorte. Voz da Act como organizadora, com colaboradores convidados.
Editorial, jornalístico e autoral, acessível a um leitor culto não especialista. Parte de uma pergunta: onde estão as artes visuais brasileiras agora?
Colecionadores, galeristas, curadores, diretores de instituição, artistas e imprensa — o ecossistema que faz a arte acontecer.
Interessados em arte, frequentadores de museus e feiras, compradores de livros de arte.
O mesmo público que a Act já atende como editora, o que facilita distribuição e venda casada.
O público coincide com a base de relacionamento da Act e com o público dos anunciantes-alvo — galerias, feiras, leiloeiras e marcas premium. É isso que torna o modelo de anúncios viável.
Estrutura modular, calibrada para cerca de 184 páginas.
Leitura do momento das artes visuais no Brasil. Define o tom e a tese da edição.
Duas conversas longas com figuras ativas. Exemplo: curadores da Bienal.
Ensaio sobre dois nomes em evidência, com portfólio visual.
Raio X de instituição.
Diálogo entre dois artistas.
Resenha sobre exposição institucional. Exemplo: MAM Panorama 2026.
Texto sobre exposição, movimento ou acontecimento do passado que está reverberando no presente. Exemplo: 100 anos do Manifesto Antropófago.
As exposições institucionais que importam agora.
16 textos curtos sobre mostras de galeria recentes, com fotografia.
O valor está em ser física, curada e durável.
No lançamento, uma campanha digital nas redes da Act amplia o alcance do impresso e cria ponto de contato com o público e os clientes dos anunciantes.
Posições premium nas capas, tarifa dedicada a galerias no miolo e tarifa geral para os demais anunciantes.
Captação direta, sem lei de incentivo. O ponto de equilíbrio precisa ser atingido pela receita contratada antes da impressão.
O valor está na distribuição gratuita e qualificada: a revista é entregue nas mãos dos clientes-alvo dos anunciantes.
Resincronizar o orçamento com o novo modelo, cronograma e campanha, e confirmar o ponto de equilíbrio.
Fechar a composição do comitê de notáveis.
Atualizar o mídia kit de captação de anúncios para a Revista Act.
Definir meta de captação e data de corte go/no-go.